sábado, 1 de outubro de 2016

AÇÃO NEURO PROTETORA DO ÓLEO DE COPAÍBA NO AVC (ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL) É DUAS VEZES MAIS POTENTE QUE A MINOCICLINA


É a primeira vez no mundo que se verifica efeitos do óleo de copaíba como neuroprotetor e sobre o sistema vascular!
O óleo de copaíba ganha mais uma função no tratamento de doenças. Agora, uma pesquisa inédita revela que a copaíba, nativa da região amazônica, pode ajudar também no tratamento de acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame. A copaíba tem seu óleo consagrado na medicina popular no tratamento de gripes, tosses, bronquites, inflamação da garganta e artrite. Diversos componentes também apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada, como o beta-cariofileno, que atua como anti-inflamatório e protetor da mucosa gástrica, solucionando problemas de azia, úlcera e gastrite. Desta vez, uma pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapespa), do Governo do Estado, aponta que a planta pode ajudar a tratar o AVC.
E não apenas isso, a resina da copaíba é duas vezes mais potente que a minociclina, um dos anti-inflamatórios mais usados no tratamento da doença. O processo com a copaíba, executado em nível de mestrado em neurociência e biologia celular, pelo biólogo da Universidade Federal do Pará (UFPA) Adriano Guimarães, por enquanto é testado apenas em ratos e ainda carece de testes toxicológicos para averiguar se as substâncias não afetam também a formação de novos neurônios. Porém, um dos principais resultados já pôde ser comprovado: a potência do óleo de resina da copaíba também em tratamentos cerebrais. Para esta conclusão, o cientista injetou no cérebro do rato pequenas doses de um produto químico que causa vasoconstrição, um processo de contração dos vasos sanguíneos, que na prática simula um coágulo que ocorre no processo normal de isquemia, comum em quem sofre um AVC. Para evitar a proliferação dos neutrófilos e macrófilos – células de defesa do corpo que eliminam as células doentes antes que estas se recuperem – foram injetadas altas doses de óleo de resina da copaíba no abdômen do rato.
O trabalho no Laboratório de Neuroproteção e Regeneração da UFPA levou dois anos e um investimento de mais de R$ 30 mil pelo Governo do Estado. Os resultados foram surpreendentes: nas primeiras 24 horas de monitoramento do rato, houve uma inibição de 33% dos neutrófilos, que agem mais rapidamente. Em 72 horas, houve a redução de 64% da lesão dos macrófilos. “Isto é mais do que o dobro da inibição observada na droga experimental mais utilizada atualmente, que é a minociclina. Como a copaíba tem propriedades anti-inflamatórias, já esperávamos uma redução das lesões, mas não neste nível. É muito mais potente”, afirma o autor da tese “Efeitos neuroprotetores e neurogênicos de extratos de plantas da Amazônia brasileira em um modelo experimental de acidente vascular encefálico”, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa).

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

SEIVA SANGUE DE DRAGÃO




Sangue de dragão é o nome que se dá a seiva da árvore dragoeiro, vegetação nativa da Amazônia, Colômbia, Peru e Equador. Esse produto, de cor vermelha intensa, é utilizado tradicionalmente pelos povos indígenas e locais para tratar feridas na pele e impedir que elas infeccionem. Entretanto, essa resina também pode ser utilizada com outras finalidades terapêuticas e medicinais.
Pesquisas apontam que a resina é eficiente como tratamento natural para a pele, e age contra coceiras, picada de insetos e inflamações. Além disso, o sangue de dragão apresenta alta concentração de antioxidantes torna o produto eficaz para retardar os sinais de envelhecimento e regenerar as células.

Sangue de dragão contra úlcera
A capacidade regenerativa e cicatrizante da seiva a tornam uma boa aliada também no tratamento de úlceras gástricas, já que ajuda a reconstruir a estrutura do estômago e reduz a chance de a doença voltear a se desenvolver.
Antisséptico e antiviral natural
A combinação de substâncias da seiva inibem ou reduzem o desenvolvimento de alguns tipos de vírus, como algumas varias da herpes, hepatite e influenza (um dos vírus da gripe). Além disso, o produto também é capaz de conter diarreias comuns e desencadeadas por infecções.
Como usar

Uso externo
Para passar sobre ferimentos leves, dilua 10 gotas da seiva em 100ml de soro fisiológico e borrifar sobre a área duas vezes ao dia.
Para utilizar em cremes contra dores, inflamações ou cosméticos, dilua cerca de 30 gotas de sangue de dragão em 100g de creme neutro e aplique sobre a pele uma vez ao dia.
Uso interno
Para obter a ação antioxidante da resina, consuma 3 gotas por dia. O tempo recomendado de uso contínuo varia de 14 a 30 dias. O uso prolongado e excessivo desse produto pode causar reações adversas
Fonte: http://www.outramedicina.com/

quarta-feira, 29 de junho de 2016

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segunda-feira, 6 de junho de 2016

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SANGUE DE DRAGÃO 

SEIVA DE CROTON

SANGRA D'ÁGUA

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sábado, 4 de junho de 2016

KIT TRATAMENTO (2 copaíbas + 2 andirobas + 1 kg castanha-do-Brasil)


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Descrição:










Analgésico, relaxante muscular;
Possui propriedades anticancerígenas, podendo combater o surgimento de células cancerígenas de ovário, próstata, rins, cólon, pulmões, mamas, melanoma e leucemia;
Antimicrobiano, antifúngico, tem ação bactericida e anticéptica, atua contra micoses, auxilia no processo de cicatrização, feridas, eczemas, psoríase, urticária, furúnculos;
Infecções e inflamações em geral;
Seborréias e irritações do couro cabeludo;
Gripe, tosse, expectorante, resfriado, bronquite e inflamação da garganta;
Incontinência urinária, infecções urinárias, cistite (inflamação da bexiga), corrimentos vaginais; 
Excelente dexintoxicante, previne os gases estomacais e intestinais, diurético, laxante.
Alivia edemas (inchaços), possui efeito calmante sobre a pele e mucosas inflamadas, combatendo o ressecamento da mesma.










quinta-feira, 2 de junho de 2016

A minha endometriose e os chás

















Cura 100% eficaz para HPV (Vírus do papiloma humano) com Óleo de Copaíba.



Cura 100% eficaz para HPV (Vírus do papiloma humano) com Óleo de Copaíba.



Antes do Brasil ser invadido e colonizado por Portugal, o óleo de copaíba já era conhecido e utilizado por aqui. Conta a história que observando os animais, que esfregavam seus corpos no tronco da copaibeira quando estavam feridos, os índios perceberam que a árvore tinha propriedades terapêuticas. Assim começaram a experimentar em si mesmos, e deu certo.

Primeiro serviu para combater doenças de pele e tratar picadas de insetos, depois para curar ferimentos dos mais variados tipos. Derivada do tupi guarani kupa’iwa, que significa tronco de planta, a copaíba logo se tornou uma das principais plantas mais utilizadas pelo homem para tratar de suas enfermidades.

As copaíbas são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental. No Brasil é encontrada principalmente na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo de copaíba é basicamente uma resina coletada do tronco da copaibeira. Através de incisões no tronco, se extrai a resina. A partir da resina, se produz o óleo.

Mais tarde, quando o Brasil já estava colonizado, o óleo da copaíba começou a ganhar novas aplicações. Antisséptico das vias urinárias e respiratórias, tratando doenças como a asma brônquica. Prevenção e combate do tétano e de doenças de pele, como a psoríase.

Diversos componentes da copaíba apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada. Um deles é o beta-cariofileno, que atua como antiinflamatório e protetor da mucosa gástrica, solucionando problemas de azia, úlcera e gastrite.

Para ter uma idéia do poder da copaíba, quando comparada ao diclofenato de sódio, ela se mostra duas vezes mais eficiente que o medicamento em sua ação antiinflamatória. “A potência da copaíba se mostrou maior, porque com uma dose menor, obtivemos a mesma equivalência terapêutica", diz Mônica Freiman de Souza Ramo, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP.

Mas o potencial farmacológico da copaíba não pára por aí. Estudos recentes revelam que, além de imensamente útil para infecções e inflamações em geral, por sua excelente ação cicatrizante, a planta também tem ação expectorante, antimicrobiana e é indicada no tratamento de inúmeras enfermidades. Feridas, eczemas, urticárias, furúnculos, seborréias, afecções da garganta, tosse, gripe, disenteria, incontinência urinária, corrimento vaginal: quase tudo pode ser tratado com a copaíba.

Ela é tão eficiente que ainda tem sido usada contra o vírus HPV, principal causador do câncer do colo do útero. No caso o uso é externo, a aplicação se faz no momento da relação sexual, no pênis, em forma de massagem, vai dar um toque especial a ocasião e ainda vai atuar eliminando baterias, fungos, e até o HPV, incluso em sua forma mais avançada  já que é cicatrizante.  Por isso é sempre recomendável que o óleo usado seja 100% puro, anexamos no final deste postagem o link de uma página que comercializa este óleo em extrema pureza atê com certificado de garantia emitido por um laboratório.

 Também a copaíba é muito eficiente no tratamento do mal de Chagas, que provoca lesões no tecido do coração e dos órgãos do aparelho digestivo. São tantas aplicações e utilizações, bem como propriedades terapêuticas, que a copaíba acabou se tornando uma planta consagrada pela medicina popular.

E pra completar, recentes pesquisas apontam que a copaíba pode ser uma das novas esperanças contra o câncer. O Instituo de Química (IQ) e o Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (PQBA) da Unicamp chegaram a conclusão de que é possível sintetizar uma substância chamada hyrtiosal a partir do óleo de copaíba. Segundo os estudos, o hyrtiosal tem a capacidade de agir contra células cancerígenas, especialmente as responsáveis pelo câncer de ovário, próstata, rins, colon, pulmão, mama e inclusive leucemia.

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SANGUE DE DRAGÃO: UM POTENTE CICATRIZANTE NATURAL



O Dragoeiro é uma árvore que cresce ao norte da Amazônia, no Peru, Equador e Colômbia, e que pode chegar a um altura de 20 metros. A seiva extraída de seu tronco é vermelha, e por isso é conhecida por"Sangue de Dragão".

Durante séculos, os povos locais e indígenas usaram a resina Sangue de Dragão (também conhecida por látex) como um tratamento tópico para feridas e outras condições de pele. Quando aplicada, a resina forma uma barreira que ajuda a proteger a pele e prevenir a infecção. Diferentes espécies de Sangue de Dragão também tem sido utilizadas para tratar outras doenças corporais, como diarreia e tumores.



Nos mercados da Amazônia, encontra-se garrafas de sangue de dragão à venda em vários estandes medicinais, e em muitos outros tipos de lojas.  Indispensável para se ter em casa, no kit de primeiros socorros, o sangue de dragão é aplicado sobre a pele, no caso de algum problema.
Quando a seiva vermelha é esfregada sobre a pele, ela forma uma fina camada de cor creme, como uma membrana de pele adicional, muito fina.
 Em quase todos os casos, a seiva é recolhida em pequenas quantidades, de um ou dois litros de cada vez.


Estudos apresentam indícios de que o sangue de dragão sirva como um tratamento potente e eficaz para uma série de doenças, agindo como:


Cicatrizante

É um dos cicatrizantes mais potentes conhecidos.

Os Índios utilizam a seiva sobre queimaduras e feridas para estancar sangramentos, acelerar a cura e proteger de infecções. Ela seca rapidamente e forma uma barreira como uma segunda pele, promovendo, de acordo com estudos, a formação de colágeno.

Também a utilizam para o fortalecimento das gengivas, esfregando-a com a ponta dos dedos, visando reduzir o sangramento e tratar das gengivites.

Na área cosmética, é muito eficaz no tratamento da acne, podendo ser combinada com o óleo essencial de cipreste (Cupressus sempervirens) ou pitanga (Eugenia uniflora) para isso.

Além de aumentar a síntese de colágeno reduzindo a formação de rugas, a seiva age protegendo a pele contra os raios UV e promove seu rejuvenescimento.  Os polifenóis e proantocianinas do sangue de dragão são potentes antioxidantes no combate a radicais livres que causam o envelhecimento da pele.



Antiviral e Anti-bacteriano

Experimentos demonstraram que a seiva inibe a ação de vários tipos de vírus, como o herpes simplex, vírus da hepatite (A e B), influenza e parainfluenza (vírus da gripe), citomegalovirus e vírus sincicial respiratório. Além disso, o sangue de dragão inibe diarreias comuns, e também aquelas desencadeadas por infecção da cólera. Este efeito antidiarreico e anti-inflamatório têm se mostrando muito positivo no tratamento de pessoas que sofrem de colite, síndrome de Chron e do intestino irritado.

Em 1999 foi comprovado o potencial de ação do sangue de dragão frente a Helicobacterpylori, bactéria causadora da gastrite e úlceras do estômago. Também foi observado que ele é mais potente que a penicilina e o cloranfenicol frente ao B. subtilis, S. aureus e a E. coli (bactérias causadores de infecções), além de combater a candidíase e fungos micóticos.

Anti-inflamatório

Na Amazônia os indígenas utilizam o sangue de dragão em banhos vaginais antes do nascimento visando assepsia e depois para diminuir as dores e sangramentos.

Pesquisas realizadas pelo Dr. John Wallace da Universidade de Calgary no Canadá mostraram que, de fato, ele é um potente inibidor da inflamação e da dor, sendo o alcalóide taspina o responsável pelo sua atividade antiinflamatória em específico.

Segundo o Dr Wallace: " o sangue de dragão não somente  previne a sensação da dor, mas também bloqueia a resposta do tecido a químicos liberados pelos nervos que promovem a inflamação. Não existe na atualidade médica nenhuma outra substância que nós conhecemos que possua estas mesmas atividades”.

Em testes laboratoriais, o grupo de pesquisadores do Dr. Wallace demonstrou que o sangue de dragão bloqueia topicamente a ativação das fibras nervosas que liberam sinais de dor para o cérebro, funcionando como um exterminador da dor.
Este efeito, que dura até 6 horas, tem sido aproveitado em géis contendo 1-3% desta resina no tratamento e alívio do reumatismo, artrites e artroses, assim como dores ocasionadas por herpes zóster, inflamação do nervo trigêmeo,LER, bursite, torções e fibromialgia.

Ele pode ser associado em creme ou gel (em porcentagens de 3-5% total) a óleos essenciais anti-inflamatórios como a copaíba, orégano, gengibre ou wintergreen que também são analgésicos e podem potencializar seu efeito.

Em um estudo da Louisiana (EUA) realizado com trabalhadores de controle de pestes, o sangue de dragão apresentou alívio na picada de um número variado de insetos em apenas 90 segundos e também estendeu o efeito por até 6 horas!

Em baixas doses ele é pro-oxidante e inibidor da fagocitose e em doses maiores possui efeito antioxidante e ativador da fagocitose. Mostrou capacidade de inibir a proliferação de células leucêmicas e capacidade
citostática frente a tumores KB e V-79.

Na área veterinária o sangue de dragão também é muito eficiente, tratando de infecções de pele, verrugas, feridas, abcessos, otites etc.



Formas de uso conforme a fitoterapia:

Interno: Como antioxidante: 3 gotas por dia, antes do café da manhã.
 Em caso de inflamações: 5 gotas 3 X ao dia, antes das refeições. Em caso de infecções e doenças severas: 15 gotas 3 X ao dia antes das refeições.
Tempo: 15-30 dias de uso contínuo, pausar 1 semana e retomar se necessário.

Externo: Para passar sobre o ferimento e queimaduras, spray: 10 gotas diluídas em 100 ml de soro
fisiológico (pode acrescentar 5 gotas de OE de mirra), borrifar na área 2-3 X ao dia. Em ferimentos
pequenos e aftas pode também aplicar puro. Para higiene íntima feminina: colocar 8 gotas em meia
xícara com água e aplicar com algodão, ou fazer lavagens com 15 gotas em uma vasilha de assento.

Em cosméticos 25-45 gotas para cada 100g de creme.
Em géis ou cremes para alívio de dores e inflamações: 1-3% (22-66 gotas em 100g).

Contra-indicações
Na maioria das referência não se encontram contra-indicações.
Contudo, existe a citação de estudos realizados no Peru e Alemanha onde se notou que tomar
sangue de dragão em doses muito elevadas (vários ml) e por muito tempo, pode ocasionar anemia.



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